sábado, 31 de janeiro de 2026

REFEXÕES SOBRE ASLEITURAS DE HOJE

 31 DE JANEIRO DE 2026

SÁBADO DA 3ª. SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor Verde


Primeira Leitura – II Sam 12,1-7a.10-17

Leitura do Segundo Livro de Samuel 12,1-7a.10-17

Naqueles dias: 1O Senhor mandou o profeta Natã a Davi. Ele foi ter com o rei e lhe

disse-lhe: 'Numa cidade havia dois homens,

um rico e outro pobre. 2O rico possuía ovelhas e bois em grande número. 3O pobre só

possuía uma ovelha pequenina, que tinha comprado e criado. Ela crescera em sua

casa junto com seus filhos, comendo do seu pão, bebendo do mesmo copo, dormindo

no seu regaço. Era para ele como uma filha. 4Veio um hóspede à casa do homem

rico, e este não quis tomar uma das suas ovelhas

ou um dos seus bois para preparar um banquete e dar de comer ao hóspede que

chegara. Mas foi, apoderou - se da ovelhinha do pobre e preparou-a para o visitante'.

5Davi ficou indignado contra esse homem e disse a Natã: 'Pela vida do Senhor, o

homem que fez isso merece a morte! 6Pagará quatro vezes o valor da ovelha, por ter

feito o que fez e não ter tido compaixão'. 7aNatã disse a Davi: 'Esse homem és tu!

Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: 10Por isso, a espada jamais se afastará de tua

casa, porque me desprezaste e tomaste a mulher do hitita Urias para fazer dela a tua

esposa. 11Assim diz o Senhor: Da tua própria casa farei surgir o mal contra ti e

tomarei as tuas mulheres, sob os teus olhos, e as darei a um outro, e ele se

aproximará das tuas mulheres à luz deste sol. 12Tu fizeste tudo às escondidas. Eu,

porém, farei o que digo diante de todo o Israel e à luz do sol'. 13Davi disse a Natã;

'Pequei contra o Senhor'. Natã respondeu-lhe: 'De sua parte, o Senhor perdoou o teu

pecado. de modo que não morrerás! 14Entretanto, por teres ultrajado o Senhor com

teu procedimento o filho que te nasceu morrerá'. 15E Natã voltou para a sua casa. O

Senhor feriu o filho que a mulher de Urias tinha dado a Davi e ele adoeceu

gravemente. 16Davi implorou a Deus pelo menino e fez um grande jejum. E, voltando


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para casa, passou a noite deitado no chão. 17Os anciãos do palácio insistiam com ele

para que se levantasse do chão; mas ele não o quis fazer nem tomar com eles

alimento algum. Palavra do Senhor.

Reflexão - Davi reconheceu o seu pecado e foi perdoado!

Conforme ordens do Senhor, o profeta Natã não se omitiu e com palavras de

sabedoria expôs a David o seu pecado fazendo um paralelo com o homem que

se apoderara da ovelhinha do pobre para preparar um banquete para o seu

hóspede. Diante da narrativa, Davi propôs logo a Natã um castigo para aquele

algoz: “o homem que fez isso merece a morte!” Natã apontou para ele,

dizendo: “Esse homem és tu!” Humilhado e arrependido, Davi escutou do

profeta a sentença do Senhor: “a espada jamais se afastará de tua casa!” Davi

confessou o seu pecado e por isso, o Senhor o perdoou, as consequências, no

entanto, foram desastrosas. Deus deu a Davi a chance de se arrepender e ele,

reconhecendo a sua miséria se vestiu de saco e fez um grande jejum para

alcançar a misericórdia do Senhor para com a vida do seu filhinho que iria

nascer. Mesmo perdoado, Davi foi perseguido pelas implicações do seu pecado

e, sujeito a grandes humilhações. O Senhor está sempre nos dando uma nova

chance a fim de que possamos assumir as nossas faltas e recomeçar uma nova

vida. Assim, também, muitas vezes, Ele nos envia os “Natãs” para nos exortar

e tentar abrir os nossos olhos quando cometemos algum deslize. Entretanto,

nem sempre acolhemos os enviados de Deus nem admitimos os nossos

deslizes. Porque não reconhecemos as nossas fraquezas também não

experimentamos o perdão de Deus. O nosso orgulho e obstinação nos levam

para a morte. Do contrário, quando nos curvamos e recebemos com

humildade as admoestações das pessoas enviadas pelo Senhor nós

experimentamos o refrigério e o alívio para as nossas feridas. Precisamos,

pois, tomar consciência de que as consequências dos nossos pecados nos

acompanham, no entanto, nos servirão também como um alerta e um sinal

quando o inimigo nos tentar. Davi até hoje é reconhecido como um rei

irrepreensível e fiel porque admitiu a sua iniquidade, arrependeu-se, pediu

perdão ao Senhor e ficou vigilante para não magoar mais o coração de Deus. –

Você aceita que alguém possa mostrar o seu erro? – Você admite as suas

fraquezas? - Você tem coragem de aconselhar alguém quando este erra? –

Você costuma arrepender-se e admitir o seu pecado com sinceridade

diante dos outros?

Salmo - Sl 50, 12-13. 14-15. 16-17 (R. 12a)

R. Criai em mim um coração que seja puro!

12Criai em mim um coração que seja puro, *

dai-me de novo um espírito decidido.

13ó Senhor, não me afasteis de vossa face, *

nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!R.

14Dai-me de novo a alegria de ser salvo *

e confirmai-me com espírito generoso!

15Ensinarei vosso caminho aos pecadores, *

e para vós se voltarão os transviados.R.

16Da morte como pena, libertai-me, *


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e minha língua exaltará vossa justiça!

17Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar, *

e minha boca anunciará vosso louvor!R.

Reflexão - Depois que reconhecemos o nosso pecado e pedimos o perdão de

Deus é necessário que peçamos a Ele o auxílio para podermos caminhar na

estrada do bem. Davi nos ensina a fazer isto quando diz: “criai em mim um

coração que seja puro e dai-me de novo um espírito decidido”. Apesar do

nosso pecado nós nunca podemos perder esperança e deixar de confiar na

misericórdia do Senhor. Deus esquece o nosso passado e trabalha em nós em

vista do nosso futuro. Peçamos ao Senhor, portanto, que Ele nos dê de novo

tudo o que jogamos fora, e nos ensine a trilhar o caminho seguro para, assim,

podermos também ajudar a todos os que se transviarem.


Evangelho - Mc 4,35-41

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,35-

41

35Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: 'Vamos para a outra

margem!' 36Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava

na barca. Havia ainda outras barcas com ele. 37Começou a soprar uma ventania

muito forte e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já

começava a se encher. 38Jesus estava na parte de trás,

dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram: 'Mestre,

estamos perecendo e tu não te importas?'

39Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar: 'Silêncio! Cala-te!'

O ventou cessou e houve uma grande calmaria. 40Então Jesus perguntou aos

discípulos: 'Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?' 41Eles sentiram um

grande medo e diziam uns aos outros: 'Quem é este, a quem até o vento e o mar

obedecem?'

Palavra da Salvação.

Reflexão – Jesus nos convida a entrar na Sua Barca!

Jesus chamou o Seus discípulos a passar para o outro lado e foi junto com eles

para fazer-lhes companhia durante a travessia. Os apóstolos deviam estar

inquietos, pois, tinham dúvidas e apreensões. Nós também, costumeiramente

temos convivido com Jesus, às vezes, meditando na Sua Palavra ou em

momentos de oração, na nossa rotina de vida, recebendo instruções e

presenciando os Seus milagres na nossa vida! No entanto, chega o momento

em que o Senhor nos chama e ordena a que passemos para o outro lado, para

alguma mudança de atitude, de mentalidade e de comportamento. Um lugar

em que estejamos mais próximos dele, longe do mundo e das suas

concepções. Jesus chama a cada um de nós em particular, para levar-nos a

um lugar que só Ele sabe onde fica, o que lá existe e o que iremos fazer lá.

Jesus nos chama a ser Igreja com Ele! A participar do mistério da Sua

Encarnação e Redenção e nos leva a mergulhar no Espírito Santo que

recebemos no Batismo! Somente quando nos conscientizamos de que somos

Igreja e temos em nós a marca de Jesus é que a nossa vida começa a se

transformar. Percebemos que Ele nos chama para a santidade! A partir de

então a nossa parte é apenas acolhê-Lo, com fé, do jeito que Ele está e não


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querer dar nenhuma sugestão, apenas confiar que Ele nos conduzirá para a

santidade. Como os discípulos, nós precisamos ter consciência de que mesmo

na Barca com Jesus, nós também enfrentaremos as tempestades, naturais da

nossa própria limitação e incapacidade. Quando entramos na Barca com Jesus

nós assumimos compromisso com o amor, com o serviço, e as dificuldades vêm

balançar a nossa vida. Por isso, nós também começamos a temer quando

ficamos entregues à sorte. Dizemos também como aqueles: “Mestre,

estamos perecendo e tu não te importas?” Quantas crises nós também, como

Igreja, povo de Deus, experimentamos pela nossa falta de fé! Ainda que a

barca de Jesus balance ao sabor dos ventos contrários, nós, que confiamos no

poder do Espírito Santo, não poderemos nos atemorizar. Jesus está conosco na

Barca e tem poder para ordenar ao vento que estremece o mar da nossa

existência: “Silêncio! Cala-te!” Eis que tudo fica calmo quando confiamos em

Jesus: os nossos medos se tornam fumaça e nós conseguimos atravessar as

tempestades, certos de que Jesus não está dormindo. Ele apenas espera a

manifestação da nossa fé!


 – Você já subiu na Barca com Jesus? - Você tem

consciência de que a Barca de Jesus é a Igreja - Você tem deixado que Ele

o leve para o outro lado do mar? - Como você tem atravessado as

tempestades da sua vida? - O que lhe dá medo? – Você já apelou para

Jesus ou tenta vencer a tempestade sozinho?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Mission´ria Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - sÃO JOÃO BOSCO

 

São João Bosco, fundador da Sociedade Salesiana

 

Origens
Nasceu perto de Turim, na Itália, em 16 de agosto de 1815. Muito cedo, conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu seu pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Vida Sacerdotal
Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve de sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Entrou para o seminário em 1835, e, em junho de 1841, aos 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. 

Ousado e cheio do Divino Espírito Santo
Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, que se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver e necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos, devido à sua ousadia e docilidade ao Divino Espírito Santo.

São João Bosco: Dedicou-se aos jovens

Devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora
Dom Bosco, criador dos oratórios, e por meio deles as catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu, e por isso enraizado com o sofrimento humano, especialmente dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. 

Juventude
Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Em 1859, tendo o auxílio de Papa Pio IX, fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

São João Bosco e a Canção Nova

Canção Nova
Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, ele é um grande intercessor porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel ao Nosso Senhor Jesus Cristo.

Páscoa
Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu, mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão. 

Via de Santificação
Foi beatificado por Pio XI em 2 de junho de 1929 e canonizado pelo mesmo em 1 de abril de 1934. Por ocasião do centenário de sua morte, São João Paulo II o declarou “pai e mestre da juventude”.

Oração a São João Bosco:

Oh, Dom Bosco Santo, que com tão grande amor e zelo cultivastes as múltiplas formas de ação católica que hoje florescem na Igreja, concedei a suas associações o maior progresso e desenvolvimento. Redobrai, em todos os corações, a devoção à Santíssima Eucaristia e a Maria Auxiliadora dos cristãos.

Acrescentai neles o amor ao Papa, o zelo pela propagação da fé, um solícito esmero pela educação da juventude e grandes entusiasmos para suscitar novas vocações sacerdotais, religiosas e missionárias. Fazei que, em cada uma das nações, fomente-se e inicie a guerra contra a blasfêmia, o mal falar e a imprensa ímpia; fazendo surgir em todas as partes novos cooperadores para as diversas formas de apostolado recomendadas pelo Vigário de Cristo.

Infundi em todos os corações católicos a chama de vosso zelo, para que, vivendo em caridade difusiva, possam, ao fim de suas vidas, recolher o fruto das muitas obras boas praticadas durante ela.

Rezar um Pai-Nosso, Deus te salve e Glória.

Minha oração

“Pai e mestre da juventude, foste um modelo e espelho do Bom Pastor, sinal do amor paterno de Deus para conosco. Cuidai e preenchei o coração dos órfãos, das carências familiares afetivas e efetivas, seja nosso pai e protetor. Rogai para que outros também o imitem na mesma paternidade e bondade. Amém.”

São João Bosco, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

SINAIS SAGRADOS QUE REVELAM A MISSÃO DO BISPO: CONHEÇA OS SIMBOLOS DA ORDENAÇÃO EPISCOPAL

 


A Arquidiocese de Fortaleza vive um tempo de graça e profunda comunhão eclesial ao se

 preparar para a Ordenação Episcopal dos bispos auxiliares eleitos. As celebrações acontecerão no dia 02 de fevereiro, às 19h, na Catedral Metropolitana de Fortaleza, com a Ordenação Episcopal de Monsenhor Antonio Carlos do Nascimento, e no dia 06 de fevereiro, às 18h30, na Catedral Diocesana de Propriá (SE), com a Ordenação Episcopal de Monsenhor Jânison de Sá Santos.

A Ordenação Episcopal é um dos momentos mais solenes da vida da Igreja. Nela, o eleito recebe a plenitude do sacramento da Ordem, sendo configurado a Cristo Pastor para servir ao povo de Deus no ministério de ensinar, santificar e governar. Cada gesto do rito carrega séculos de tradição e profundo significado espiritual, revelando a beleza e a responsabilidade da missão confiada ao novo bispo.

Imposição das mãos


Foto: Vatican Media

imposição das mãos é o gesto mais antigo e essencial do sacramento da Ordem. Realizada pelos bispos ordenantes, ela expressa a invocação do Espírito Santo, garantindo a continuidade da sucessão apostólica, que liga a Igreja de hoje à missão confiada por Cristo aos apóstolos. É um gesto silencioso, mas carregado de força espiritual, no qual a Igreja transmite o dom recebido desde os primeiros tempos.

O Livro dos Evangelhos sobre a cabeça do eleito

 


 Foto: Vatican Media

Durante a oração de ordenação, o Livro dos Evangelhos, aberto, é colocado sobre a cabeça do eleito. Este sinal expressa que toda a vida e o ministério do bispo devem estar submetidos à Palavra de Deus. O bispo não anuncia a si mesmo, mas o Evangelho de Cristo, que o precede, o orienta e sustenta sua missão pastoral.

Oração de ordenação

 

Considerada o coração do rito, a oração de ordenação é o momento em que a Igreja suplica a Deus que derrame sobre o eleito a plenitude do Espírito Santo. Por meio desta oração solene, o novo bispo é fortalecido para exercer sua missão com sabedoria, caridade e fidelidade, tornando-se sinal vivo da presença de Cristo no meio do seu povo.

Unção da cabeça com o Santo Crisma


Foto: Ivan Andrade

A unção com o Santo Crisma consagra definitivamente o novo bispo. Assim como Cristo foi ungido pelo Espírito Santo, o bispo participa de modo pleno do sacerdócio de Cristo, sendo separado para o serviço do povo de Deus. A unção recorda que sua missão é santificar o rebanho, oferecendo a própria vida como dom.

Entrega das insígnias episcopais: anel, mitra e báculo


Entrega da Mitra – Foto: Vatican Media

A entrega das insígnias episcopais torna visível a missão confiada ao bispo:

  • O anel simboliza a fidelidade do bispo à Igreja, sua esposa, e o compromisso de amor e comunhão com o povo de Deus;
  • A mitra recorda o chamado à santidade e a dignidade do ministério episcopal;
  • O báculo representa o cuidado pastoral do bispo como pastor do rebanho, aquele que guia, protege, corrige e serve com caridade.

Cada um desses sinais revela que o episcopado não é honra, mas serviço, vivido à semelhança de Cristo Bom Pastor.

Que este tempo de ordenações seja ocasião de renovação da fé e da esperança para toda a Igreja. Rezemos para que os novos bispos, fortalecidos pelo Espírito Santo, exerçam seu ministério com humildade, coragem e amor, edificando o Reino de Deus e conduzindo o povo no caminho do Evangelho.

Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza e 

informaçõess do padre-jornalista Vanderlúcio Souza

CHANCELARIA (20/01): CONFIRA AS ÚTIMAS PROVISÕES DE DOM GREGÓRIO PAIXÃO, OSB

Dom Gregório Paixão, OSB – Foto: Sercom Arqfor/Laércio Peixoto

1.   Autorização para conservação do Santíssimo Sacramento na Capela da Comunidade Católica Paz e bem, bairro Mutirão, Cascavel – Paróquia São José, Alto Luminoso – 27/01/2026;

2.   CELEBRET – Pe. Otaviano Silva Pimenta – 27/01/2026.

Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza

 

EVANGELHO DO DIA

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,26-34 Naquele tempo: 26Jesus disse à multidão: 'O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. 28A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. 29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou'. 30E Jesus continuou: 'Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? 31O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. 32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra'. 33Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

as suas ações? 30 DE JANEIRO DE 2026 6ª. FEIRA DA 3ª. SEMANA DO TEMPO COMUM 80 Cor Verde 1ª Leitura - 2Sm 11,1-4a.5-10a.13-17 Leitura do Segundo Livro de Samuel 11,1-4a.5-10a.13-17 1No ano seguinte, na época em que os reis costumavam partir para a guerra, Davi enviou Joab com os seus oficiais e todo o Israel, e eles devastaram o país dos amonitas e sitiaram Rabá. Mas Davi ficou em Jerusalém. 2Ora, um dia, ao entardecer, levantando-se Davi de sua cama, pôs-se a passear pelo terraço de sua casa e avistou dali uma mulher que se banhava. Era uma mulher muito bonita. 3Davi procurou saber quem era essa mulher e disseram-lhe que era Betsabéia, filha de Eliam, mulher do hitita Urias. 4aEntão Davi enviou mensageiros para que a trouxessem. Ela veio e ele deitou-se com ela. 5Em seguida, Betsabéia voltou para casa. Como ela concebesse, mandou dizer a Davi: 'Estou grávida'. 6Davi mandou esta ordem a Joab: 'Manda-me Urias, o hitita'. E ele mandou Urias a Davi. 7Quando Urias chegou, Davi pediu-lhes notícias de Joab, do exército e da guerra. 8E depois disse-lhe: 'Desce à tua casa e lava os pés'. Urias saiu do palácio do rei e, em seguida, este enviou-lhe um presente real. 9Mas Urias dormiu à porta do palácio com os outros servos do seu amo, e não foi para casa. 10aE contaram a Davi, dizendo-lhe: 'Urias não foi para sua casa'. 13Davi convidou-o para comer e beber à sua mesa e o embriagou. Mas, ao entardecer, ele retirou-se e foi-se deitar no seu leito, em companhia dos servos do seu senhor, e não desceu para a sua casa. 14Na manhã seguinte, Davi escreveu uma carta a Joab e mandou-a pelas mãos de Urias. 15Dizia nela: 'Colocai Urias na frente, onde o combate for mais violento, e abandonai-o para que seja ferido e morra'. 16Joab, que sitiava a cidade, colocou Urias no lugar onde ele sabia estarem os guerreiros mais valentes. 17Os que defendiam a cidade, saíram para atacar Joab, e morreram alguns do exército, da guarda de Davi. E morreu também Urias, o hitita. Palavra do Senhor. Reflexão – Um pecado monstruoso! Davi, ungido para ser o Rei de Israel, a quem o Senhor prometera uma dinastia e um reino estáveis, uma vida tranquila e uma descendência que nunca seria abandonada! A que é-nos apresentado como um rei exemplar e que provou ser cheio de fé em Deus quando enfrentou e derrotou o gigante Golias, tendo como arma apenas uma funda e cinco pedrinhas! O mesmo que soube respeitar os seus inimigos quando teve a vida de Saul em suas mãos e podendo matá-lo não o fez! O rei Davi que sempre nos pareceu ser alguém irrepreensível, levado pela concupiscência cometeu um pecado monstruoso! Pôs abaixo toda a sua reputação deixando de cumprir com a sua missão de rei quando, não partindo para a guerra enviou apenas os seus oficiais para enfrentar o inimigo. Ficando em Jerusalém para descansar, e passeando no jardim viu a bela mulher de Urias e se encantou por ela. Daí foi só dar asas aos seus desejos e maquinações, para cair estupidamente nas armadilhas do inimigo. O mesmo David que não atentou contra a vida de Saul mandou matar de forma expressa e covarde o seu subalterno Urias para se apossar da sua 81 mulher. Mandou matar para esconder o que fez. Intervém na vida daquela família, separando os que estavam unidos pelo matrimônio. Desrespeita a si próprio. Davi chega ao auge da prepotência e da presunção quando abusa da sua autoridade, para ver realizado o seu intento. Quando lemos esta história, apesar de crucificarmos o rei Davi, podemos refletir sobre as nossas ações para perceber que tudo isso também pode acontecer conosco. Como Davi nós também podemos ser um guerreiro bem-sucedido, mas um dia nos descuidarmos das nossas atribuições, ou deixarmos de nos dedicar à missão que Deus nos destinou relaxando nos nossos deveres, colocando outras pessoas em nosso lugar para enfrentar o inimigo, transferindo os nossos encargos para ficarmos mais descansados. É nesses momentos que também damos brecha ao Inimigo, e caímos nas concupiscências que moram em nós, os sentimentos puramente carnais e os desejos próprios da nossa humanidade decaída. O pecado é isto: sabemos que uma coisa é mal, mas fazemo-la assim mesmo! A nossa infidelidade a Deus a nossa omissão e a ociosidade nos fazem procurar os lugares errados e lá nos deparar com o fruto proibido, alimentar pensamentos impuros, nos envolver em coisas erradas, mentir, e até maquinar a morte de alguém. Por isso, terminamos por fazer o que nem queríamos: ir contra a lei de Deus. E tudo isto porque no início a sedução foi maior que a razão e não tivemos como voltar atrás. Nunca podemos entender que estamos blindados contra as seduções do mundo, ainda que tenhamos um comportamento irrepreensível. Por outro lado, também não podemos nos espantar com pecado de alguém e apontar o dedo para quem errou. A história de Davi nos edifica e nos faz ficar mais conscientes da nossa miséria humana para confiar plenamente na misericórdia de Deus. – Você também se revolta com esta história de pecado? – Você acha que não seria capaz de fazer o que fez David? – Você se acha uma pessoa muito equilibrada e firme? – Em quem você confia para não cometer os mesmos erros? - Você costuma apontar o dedo para os erros dos políticos? – E os seus? Salmo - Sl 50, 3-4. 5-6a. 6bc-7. 10-11 (R. Cf. 3a) R. Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos! 3Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! * Na imensidão de vosso amor, purificai-me! 4Lavai-me todo inteiro do pecado, * e apagai completamente a minha culpa!R. 5Eu reconheço toda a minha iniqüidade, * o meu pecado está sempre à minha frente. 6aFoi contra vós, só contra vós, que eu pequei, * e pratiquei o que é mau aos vossos olhos!R. 6bMostrais assim quanto sois justo na sentença, * 6ce quanto é reto o julgamento que fazeis. 7Vede, Senhor, que eu nasci na iniqüidade * e pecador minha mãe me concebeu.R. 10Fazei-me ouvir cantos de festa e de alegria, * 82 e exultarão estes meus ossos que esmagastes. 11Desviai o vosso olhar dos meus pecados * e apagai todas as minhas transgressões!R. Reflexão - O nosso ser pecador tem necessidade de implorar por misericórdia a todo instante. Mesmo que não tenhamos cometido conscientemente nenhuma má ação a nossa alma se ressente porque o nosso pecado está sempre à nossa frente. Por isso, é nosso dever reconhecer a nossa iniquidade e, assim como fez o salmista, orar ao Senhor: “Lavai-me todo inteiro do pecado e apagai completamente a minha culpa!” A misericórdia de Deus atinge a nossa miséria e só quando nós nos reconhecemos miseráveis nós podemos abraçar o amor misericordioso do Pai. Evangelho - Mc 4,26-34 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,26-34 Naquele tempo: 26Jesus disse à multidão: 'O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. 28A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. 29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou'. 30E Jesus continuou: 'Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? 31O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. 32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra'. 33Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo. Palavra da Salvação. Reflexão – O processo de conversão é um grande milagre de amor de Deus! O próprio Jesus nos revela que o crescimento do reino dentro de nós é tal qual uma semente espalhada na terra que por si só, vai germinando e crescendo sem se saber como isso acontece. Este é o processo de conversão e maturidade espiritual que ocorre quando acolhemos a Palavra de Deus como uma semente com a consciência de que é Ele próprio quem nos fala e nos oferece salvação e conversão. Assim, então, começa a acontecer em nós o processo de germinação e fecundação do reino de Deus, uma vida nova que iremos oferecer ao mundo. É Deus quem no nosso próprio coração vai fazendo brotar a Sua mentalidade sem que nem nós mesmos percebamos. A cada dia, mais e mais vamos ficando plenos do poder do Espírito Santo que opera em nós mudando os nossos valores e as nossas concepções, nossos pensamentos e as nossas ações fazendo com que cada vez mais nos afeiçoemos a Jesus. O tempo da colheita é quando estamos tão cheios de alegria, paz e felicidade que não dá mais para conter, por isso, é imperioso que o levemos ao mundo às outras pessoas que ainda não tiveram a mesma experiência. O reino de Deus também se manifesta em nós quando, mesmo que ainda nem entendamos a Sua Palavra, nós experimentamos apenas uma gotinha do Seu amor e da Sua 83 misericórdia. Às vezes, em momentos de sofrimento, de dificuldades, de provação, o terreno do nosso coração fica mais acessível para acolher o amor de Deus. E, assim acontece como a semente de mostarda que é a menor de todas, mas é capaz de crescer tornar-se uma grande árvore e abrigar os pássaros do céu. Quando a terra do nosso coração acolhe a semente da Palavra e do Amor de Deus e nós a deixamos germinar, como consequência nós vivemos uma vida frutuosa, plena de abundante utilidade. Mesmo que tenhamos pouca fé Deus vai realizando em nós o grande milagre do amor. E ninguém que haja sido tocado pelo Amor de Deus, poderá ficar estagnado, infeliz e descrente. A Palavra de Deus nos fará ser árvore que dá abrigo a muitas pessoas e a nossa luz brilhará nas trevas do mundo.  Assim nós haveremos de sair semeando a semente do amor por onde passarmos. - Você tem notado o crescimento do reino de Deus em si? - Quais as mudanças que aconteceram em você?  - Você se sente mais feliz, hoje do que antes? - Você já está sendo árvore que dá sombra? – Você se sente amado por Deus?

SANTO DO DIA - SANTA JACINTA MARESCOTTI

Santa Jacinta Marescotti, um exemplo de dedicação total a Deus A+A- Origens Santa Jacinta Marescotti, que tinha como nome de batismo Clarice, nasceu no ano de 1585, em Roma. Pertencia a uma família muito nobre, religiosa, com posses, mas que possuía, principalmente, a devoção e o amor acima de tudo. Seus pais eram o príncipe Marco Antônio Marescotti e Otávia Orsini, os dois faziam de tudo para que os filhos conhecessem Jesus e recebessem uma ótima educação. Educação Religiosa Ainda menina, foi enviada para um convento para a sua educação, numa escola franciscana. Sua irmã Inocência já era uma religiosa franciscana. Os pais desejavam para Clarice o mesmo caminho que a irmã seguia. No entanto, já moça, ela tinha o desejo de se casar e constituir sua família. Conheceu um jovem marquês por quem se apaixonou, mas coube-lhe o destino dele se casar com Ortênsia, sua irmã mais nova. Franciscana Decepcionada, Clarice decidiu não perdoar o pai por ter entregue à irmã o homem com quem ela queria se casar. Começou, então, a tomar outros caminhos para sua vida, entregando-se cada vez mais ao pecado. Desse modo, seu pai a enviou ao Mosteiro de São Bernardino, em Viterbo, onde ela havia estudado ainda pequena. Clarice não desanimou, recebeu o nome de Jacinta e submeteu-se ao hábito. Professou seu voto de castidade e tornou-se Terciária Franciscana, mas não fez os votos de pobreza, não abriu mão de suas roupas refinadas nem de uma moradia refinada. Santa Jacinta Marescotti abandonou os luxos e as riquezas Reflexão Viveu desta maneira por 15 anos, até que, com o assassinato do pai, ela começou a questionar a importância dos títulos, dos bens e do luxo. Em seguida, ela adoeceu seriamente e compreendeu que o Senhor a aguardava. Invocou ao Senhor dizendo: “Ó Deus, eu Vos suplico, dai sentido à minha vida, dai-me esperança, dai-me salvação”. Curando-se da enfermidade, pediu perdão às coirmãs, abriu mão de todo o luxo e dedicou-se a uma total entrega ao Senhor. Provações e Doação Total Os próximos 24 anos de sua vida foram de privações e de doação ao próximo, especialmente aos pobres e doentes. Com o auxílio financeiro de velhos amigos, conseguiu dirigir obras que prestavam assistência sociais aos necessitados; fundou asilos e orfanatos. Tudo o que recebia, dedicava aos pobres. Páscoa Santa Jacinta Marescotti faleceu em 30 de janeiro de 1640, foi sepultada na igreja do convento onde se converteu, em Viterbo. Foi canonizada em 24 de maio de 1807 pelo Papa Pio VII. Minha oração “Por teu exemplo de desapego e pobreza, nos conduza a colocar Deus em primeiro lugar na nossa vida. Que vivamos buscando o essencial ao invés das riquezas desse mundo. Rogai para os mais favorecidos que tenham a generosidade de partilhar os seus bens e ajudar o próximo que mais sofre. Amém.” Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós! Fonte: Canção Nova Notíias

REFEXÕES SOBRE ASLEITURAS DE HOJE

 31 DE JANEIRO DE 2026 SÁBADO DA 3ª. SEMANA DO TEMPO COMUM Cor Verde Primeira Leitura – II Sam 12,1-7a.10-17 Leitura do Segundo Livro de Sam...